Estudos e ensaios técnicos de Hélio do Prado, conectando química, física e classificação de solos às decisões reais de manejo — com foco em cana-de-açúcar e culturas tropicais.
A interação entre atributos físico-hídricos e químicos define a qualidade de um ambiente de produção. Entenda por que não existe um "solo perfeito" universal — e sim solos mais ou menos qualificados para cada cultura e objetivo.
Ler artigo → Química do soloSoma de bases, saturação por bases e saturação por alumínio na camada subsuperficial afetam diretamente o desenvolvimento radicular. Veja como esses atributos também entram na classificação do solo.
Ler artigo → Física do soloMosqueado, variegado e presença de plintita alteram a disponibilidade de água no perfil — e por consequência a profundidade efetiva do sistema radicular da cana-de-açúcar.
Ler artigo → Física do soloCinco classes de disponibilidade hídrica propostas a partir de atributos físicos, morfológicos e climáticos, comparando Latossolos, Argissolos e Neossolos Quartzarênicos.
Ler artigo → Ambientes de produçãoAlém da disponibilidade de água, as condições químicas subsuperficiais explicam boa parte da variação de produtividade entre ambientes com a mesma classe de solo.
Ler artigo → Ambientes de produçãoA classificação de solos, combinada ao clima da região, é o que define os ambientes de produção mais adequados para cada cultura — um raciocínio prático para o dia a dia do produtor.
Ler artigo → Química do soloSolos ácricos têm baixa CTC em subsuperfície e pH em H2O menor que o pH em KCl. O estudo mostra como o aumento da matéria orgânica eleva a retenção de cátions nesses solos.
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